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OBZ · Orçamento Base Zero · ciclo PDCA embarcado

O que esta ferramenta produz a partir da sua base de gastos

Uma base de gastos (razão, contas a pagar ou extração de ERP) entra; um documento analítico completo sai — pacotes de decisão com dono, questionamento base zero, metas de captura contra benchmark interno e um plano acompanhável, tudo dentro de um ciclo PDCA.

ilustrações esquemáticas — nenhum número abaixo é dado real
P · PlanejarD · Executar C · VerificarA · Padronizar
caso real — dado real, não ilustração

OBZ Doc — Prefeitura de São Jorge/RS

Primeira base real processada pela ferramenta (dados públicos do TCE-RS): 10.939 pagamentos, 15 meses, R$ 41,4 mi. Diagnóstico, pacotes, carta de controle, metas e plano de captura — o documento completo, sem edição.

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ciclo completo — dado real, identidade anonimizada

OBZ Doc — construtora de médio porte

Um ciclo OBZ inteiro, do diagnóstico à captura, para ver o método funcionando de ponta a ponta. Base real: o DRE gerencial de 2021 e 2022 — a empresa cresceu 4,4x e ficou mais enxuta (overhead de 20,9% para 12,6% da receita), mas um pacote cresceu acima do negócio e virou meta de R$ 1,51 mi. Abre num resumo executivo; as sete páginas analíticas ficam por baixo. O diagnóstico, o baseline e a meta saem do DRE real; o trabalho de campo (base zero, plano e captura) é ilustrado e vem carimbado como tal.

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caso real — dado real, identidade anonimizada

Rotina OBZ — rede educacional confessional (13 unidades)

Razão contábil real de uma rede com colégios, faculdade, seminários e a associação mantenedora — 26.192 lançamentos, R$ 35,1 mi, jan-set/2017 (9 dos 12 meses do ano disponíveis na fonte, declarado). Cada unidade vira um setor da Rotina OBZ — com as telas revisadas da rotina: despacho rastreável, monitoramento orçado × realizado (curva, carta ±3σ e estratificação por pacote) e consolidação com a árvore do orçamento. Nomes da rede e das 13 unidades anonimizados; o tipo de cada uma (colégio/faculdade/seminário) foi mantido.

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caso real — dado real, identidade anonimizada

Rotina OBZ — universidade privada (curso × centro de custo)

Razão contábil/ERP acadêmico real de uma universidade multi-curso — 13.442 lançamentos, R$ 32,0 mi, ano-calendário de 2018 (escopo reduzido: a fonte tem mais um ano completo de dados, disponível para uma expansão futura). Cada curso/centro de custo vira um setor. Nome da instituição e do campus anonimizados; RA e nome de aluno nunca foram lidos da base de origem.

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OBZ Doc — as análises do ciclo
P1 · Diagnóstico

Cada real ganha um pacote — e cada pacote, um dono

Toda linha do razão é classificada em dois níveis: linha de gasto (Utilidades, Fretes, Software…) dentro de um pacote de decisão com dono (Gente, Infraestrutura física, Tecnologia…). A proposta é automática e sempre revisável — nada é reclassificado em silêncio, e o que não casa fica visível como "Não classificado", nunca escondido. CMV fica fora do OBZ, declarado com valor.

conta / histórico "ENERGIA ELÉTRICA…" linha de gasto Utilidades Pacote de decisão Infraestrutura física dono: facilities sem casa? "Não classificado" — visível
taxonomia canônica de 8 pacotes × linhas de gasto · dicionário revisável na interface
P2 · Baseline

Onde o dinheiro está — curva de pacotes

Pareto dos pacotes de decisão: poucos pacotes carregam quase todo o gasto, e é neles que o questionamento base zero começa. A curva acumulada mostra quando "o resto" vira cauda — esforço de captura vai onde há massa.

não classif. maior pacote
barras = gasto por pacote · linha tracejada = participação acumulada
P2 · Tendência

Causa comum ou causa especial?

Série mensal de cada pacote com carta de controle (±3σ). Um mês fora do limite é causa especial — um evento para investigar (uma quebra, um contrato novo, um erro). Variação dentro dos limites é causa comum — aí não se caça o mês, se redesenha o sistema de gasto. A distinção evita os dois erros clássicos: punir ruído e ignorar sinal.

LSC média LIC causa especial — investigar o evento
uma carta por pacote de decisão · limites calculados da própria série
P3 · Metas de captura

Meta por lacuna — contra o seu próprio melhor

Nunca benchmark externo inventado. A régua é interna: o custo por driver da sua melhor unidade (quando a base tem driver — entregas, kWh, litros), ou o melhor período do próprio pacote. O gap entre a média e o melhor é o potencial; a meta é uma fração declarada dele, com a premissa escrita ao lado do número.

média atual melhor unidade/período gap = potencial meta de captura fração do gap, anualizada premissa sempre visível
potencial ≠ meta · critério e premissa acompanham cada número no documento
P2 · Base zero

As três perguntas que zeram o orçamento

Cada pacote com gasto recebe uma ficha de questionamento base zero, respondida pelo dono do pacote com o consultor. É o coração do método: nenhum gasto é herdado do ano anterior por inércia — todo nível se justifica do zero ou vira captura.

1 · Por que este gasto existe?
2 · Qual o nível mínimo que sustenta a operação?
3 · Qual a alternativa (eliminar · renegociar · redimensionar · substituir)?

As respostas alimentam a alavanca de cada ação do plano — e o que virou regra entra na política de gasto (nível autorizado, alçada do dono, gatilho de revisão pela carta de controle).

uma ficha por pacote de decisão · dono único responde
D → C → A

Plano de captura que fecha o ciclo

Ações por pacote com alavanca declarada, UM dono, meta em R$ e prazo — computadas da base e editáveis pelo consultor, sem apagar a distinção entre as duas. O documento exporta plano_acao.json para o scorecard; a cada novo corte da base, a captura realizada é medida contra a meta, e o ciclo seguinte referencia o anterior.

P · diagnóstico pacotes + metas D · plano dono · alavanca · R$ C · captura realizado × meta A · política regra + A3 novo corte de dados → novo ciclo (referencia o anterior)
export plano_acao.json v1.1 · alimenta o scorecard da rotina de gestão
Rotina OBZ (OBZ Avançado) — as telas da rotina anual, revisadas sobre base real
Rotina · P1 — Estrutura

Cada origem aponta para UM setor — dupla contagem impossível

O painel de prontidão diz o que falta para despachar. Embaixo, a atribuição é linear: a origem (unidade, centro de custo) é a linha; o setor é a escolha. Um gasto não consegue cair em dois setores — por construção, não por conferência. Observado (meses da base) e anualizado (12 m) são colunas nomeadas, nunca dois números sem rótulo.

13 setores · 15 origens sem setor — visível, nunca some ✓ pronto para despachar UNIDADE NORTE setor: Colégio A ▾ CC ADMINISTRATIVO setor: Mantenedora ▾ observado (n meses) e anualizado (12 m): colunas nomeadas · fator declarado
painel de prontidão + atribuição origem → setor · o que falta é dito, não descoberto
Rotina · D — Despacho

Despacho rastreável — e a régua contábil confirmada antes

A barra mede o despacho por valor, não por contagem de arquivos; cada setor é uma linha com o seu doc para gerar. E a leitura do plano de contas é confirmada aqui: a estrutura é detectada e proposta, nunca aplicada em silêncio — confirmar não é reclassificar, e o efeito na janela de anualização é declarado na própria tela.

despachado por VALOR — a barra não conta arquivos, conta dinheiro padrão contábil: confirmado Colégio A gerado ✓ Faculdade B gerar doc do setor → confirmar pode mudar o fator de anualização — a tela declara antes
geração em lote ou por setor · quem recebeu o quê, rastreado no doc-mãe
Rotina · C2 — Monitoramento

Orçado × realizado: a curva, a carta e o pacote que explica

A curva acumulada compara o orçado aprovado com o realizado de cada corte; a carta de controle (±3σ) separa causa comum de causa especial por setor; e a estratificação por pacote abre a diferença — a linha do setor abre nos pacotes dele, e a soma das partes fecha no todo ao centavo.

curva acumulada orçado realizado previsto × realizado por pacote acima do previsto
seleção de setor na carta · resíduo de arredondamento declarado — as partes fecham no todo
Rotina · A1 — Consolidação

A árvore do orçamento: quem decide o resultado, nível a nível

Total → setores, um setor expandido por vez. Em cada nível, a marca 80/20 aponta quem carrega os 80% acumulados: a magnitude vai na barra dentro da caixa; o tom só separa quem decide de quem é cauda. Ao lado, o Pareto do aprovado — e a captura do ciclo abre os números da consolidação.

Orçamento total Setor A Setor B Setor C Setor D dentro dos 80% acumulados — é aqui que o resultado se decide cauda: tom neutro, barra pequena — magnitude na barra, nunca no tom
um setor expandido por vez · Pareto do aprovado ao lado · captura do ciclo nos KPIs