OBZ — Prefeitura de São Jorge/RS (dados públicos TCE-RS)
P1 · Diagnóstico da base de gastos
Mapeamento do esquema real nos papéis do método, Relatório de Diagnóstico e a
classificação conta→linha→pacote PROPOSTA — revisável aqui, nunca silenciosa.
Mapa de papéis
Papel no método
Coluna na base
Estado
Relatório de Diagnóstico
Padrão contábil da base
A estrutura do plano de contas é um sinal mais forte que o nome da
conta: o código diz se o gasto é custeio ou capital, separa custo de entrega de overhead
administrativo e restringe as linhas que o dicionário pode escolher. Três planos reais
divergem no dígito da raiz (4=despesas num, 3 em outro, 5=custos num terceiro) — por isso
a leitura é PROPOSTA aqui e só vale depois que você confirmar.
Classificar pendentes
Fila do que o dicionário NÃO reconheceu — o resto da base já está
classificado e some daqui. Classificar uma conta, ou um termo de uma vez, recalcula pacotes,
metas, orçamento e plano na hora. Um termo só alcança o que está pendente: nunca rouba do que
já classifica. Toda decisão sai no export e vira vocabulário para o dicionário canônico.
Conta / descrição pendente
Ocorrências
Valor
% do pendente
Total da conta
Classificar como
Classificação proposta (revisável)
Dicionário canônico de dois níveis (aprovado 15/08/2026): linha de gasto →
pacote de decisão. Mudar a linha em qualquer item reclassifica TODAS as ocorrências daquela
conta/descrição, recalcula pacotes, metas e plano computado, e sai registrado no export.
Conta / descrição (agrupada)
Ocorrências
Valor total
Origem
Natureza
Linha de gasto
Pacote
P1 · nunca inventar dado · nada reclassificado em silêncio
P2 · Pacotes de decisão e baseline
Curva de pacotes — Pareto
Tendência por pacote — carta de controle
Selecionar um pacote — início em branco, nada computa sem escolha.
Limites ±3σ sobre a série mensal do pacote. Ponto fora do limite =
causa especial (investigar o evento); dentro = causa comum (mexer no sistema, não no mês).
Fornecedores do pacote — concentração
Pacote
Fornecedor líder
Share no pacote
Valor
Leitura
Questionamento base zero — ficha por pacote
As três perguntas canônicas do método: por que este gasto existe? qual o
nível mínimo? qual a alternativa? Dono e respostas são do consultor com o cliente — campos editáveis.
P2 · vocabulário do OBZ é a interface · leituras computadas da base
P3 · Metas de captura por lacuna
Gap contra benchmark INTERNO por pacote — custo por driver da melhor unidade quando a
base tem driver; senão, o melhor período do próprio pacote; e, quando a base é um DRE anual
(sem série mensal e sem driver), o ritmo da própria receita: gasto que cresceu mais que o
negócio tem gap. Nunca benchmark externo inventado.
Pacote
Gasto mensal médio
Benchmark interno
Meta de captura (12m)
Critério
Premissa
Potencial ≠ meta: o potencial é o gap inteiro anualizado; a meta é a fração
com premissa explícita (constante FRACAO_META=0.5).
P3 · metas alimentam o bloco ciclo do export v1.1
P4 · Orçamento base zero
P4 · uma etapa por vez · essencial sempre entra; incremental é decisão · voltar e desfazer sempre disponíveis
D · Plano de captura
Ações por pacote com a alavanca declarada (eliminar · renegociar · redimensionar ·
substituir), UM dono, meta de captura em R$ e prazo. Computadas são regeradas se a classificação
mudar; as suas ficam.
ID
O quê
Pacote
Alavanca
Quem (um dono)
Quando
Status
Meta (R$)
Export no contrato do eixo (v1.1, bloco ciclo) +
registro das reclassificações manuais conta→linha.
D · plano_acao.json alimenta o scorecard (camada 4)
C · Captura realizada × meta
C · recalculada a cada novo corte; novo ciclo referencia este via ciclo_anterior
A · Política de gasto e próximo ciclo
O que virou regra por pacote: nível autorizado, alçada e gatilho de revisão
(computados — editar vira a regra da casa) + o A3 do ciclo.
Política de gasto por pacote
Pacote
Nível autorizado (mensal)
Alçada
Gatilho de revisão
A3 do ciclo — uma folha
A · linguagem de gestor, vocabulário do método preservado