A base traz centros de custo e unidades — artefatos da contabilidade. O orçamento
precisa de setores com um dono. Esta tela faz essa tradução e mostra, sem rolar, se ela está
completa: cada real num setor, cada setor com um responsável. Uma origem só pode pertencer a um
setor — dupla contagem é impossível por construção. O que sobrar fica visível em "Sem setor".
Setores do ciclo
Setor
Responsável
Ano anterior
Peso na base
Vínculos
▶revisar / reatribuir
P1 · estrutura customizável · "Sem setor" nunca é distribuído em silêncio
P2 · Calendário da rotina
O calendário chega pronto e datado. Cada data é uma proposta
carimbada, derivada de dois fatos da própria base — o ciclo não começa antes de o dado
existir (corte) e a aprovação não cai depois de o ano orçado começar. Mexa só no que quiser
mudar: o que você tocar vira "seu" e para de ser recalculado. Etapa vencida sem conclusão
fica ATRASADA automaticamente.
De onde vêm as datasproposta
A presidência é uma só: ritual não roda em paralelo como a elaboração.
Fecha o mês, depois compara orçado × realizado.
Montar o orçamento
Acompanhar o ano
P2 · o calendário é o P do ciclo anual · data sugerida é carimbada · status atrasada é computado
D · Elaboração por setor
Despacho por setor
Setor
Dono
Ano anterior
Peso
Sem pacote
Maior pacote
Estado
Leitura da estrutura contábil
Liga as regras de estrutura que já existem — a raiz do código diz custo
× despesa; depreciação, provisão e investimento saem do escopo. Não reclassifica conta a conta.
O que vai junto sem decisão possível
Valor
Peso
Leitura
Base zero é sobre decisão de gasto: o dono não questiona o que a
ferramenta não soube nomear. Declarado aqui antes de sair, nunca corrigido sozinho.
D · o doc de cada setor é gerado daqui, com invariante do subtotal provado
C1 · Rituais de validação com a presidência
Setor a setor: a presidência valida a pilha proposta. Cada item recebe uma
decisão — aprovado (mantém o proposto), ajustado (novo valor) ou cortado
(sai do orçamento). Cortar um essencial exige confirmação consciente: essencial é o nível que
sustenta a operação.
Ritual do setor
C1 · um setor por vez, como o ritual acontece · decisão registrada item a item
C2 · Monitoramento — orçado × realizado
Orçado × realizado, acumulado
Por pacote de decisão — previsto × realizado
Tendência do setor — carta de controle
Limites ±3σ sobre a série mensal do setor. Ponto fora do limite =
causa especial (investigar o evento); dentro = causa comum (mexer no sistema, não no
mês). Menos de meses com dado: a carta não é construída.
Por setor
Orçado mensal = aprovado do setor ÷ 12 (premissa declarada; ajuste
fino de sazonalidade é do próximo ciclo). Realizado = gastos do novo corte, filtrados pelos
vínculos de cada setor, mês a mês do ano orçado. "Sem setor" sempre aparece.
C2 · a cada novo corte a captura aparece sozinha · nada estimado
A · Consolidação, política e A3
O orçamento consolidado da empresa — por setor e por pacote de decisão — com o
aprovado dos rituais virando nível autorizado. Exporte o estado completo para retomar a rotina
a qualquer momento (ela dura meses) e o plano de ação para o scorecard.
Árvore do orçamento
— clique num setor para abrir os pacotes
decide o resultado (dentro dos 80% do nível)cauda (os 20% restantes)a barra dentro da caixa é a fatia do nó no seu nível
Pareto de pacotes — aprovado
Consolidação por setor
Setor
Ano anterior
Proposto
Aprovado
Δ R$ (aprov−ant)
Δ %
Situação
Consolidação por pacote de decisão
Pacote
Ano anterior
Aprovado
Δ R$
A3 da rotina — uma folha
A · aprovado vira nível autorizado · export alimenta o scorecard (camada 4)